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DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE E A NECESSIDADE DE CONSERVAÇÃO DOS ECOSSISTEMAS

Atualizado em 05/06/2024

Postado em 05/06/2024

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A data de 5 de junho marca o Dia Mundial do Meio Ambiente, em que se substancia o esforço coletivo para a conservação ambiental, que começa com os cuidados locais. Instituído em 1972, por meio da Resolução XXVII, na Assembleia Geral das Nações Unidas, tem como tema da campanha para 2024 "Nossa terra. Nosso futuro. Nós somos a #GeraçãoRestauração", com sede das comemorações globais na Arábia Saudita. A campanha do Dia Mundial do Meio Ambiente deste ano se concentra na restauração da terra, na desertificação e na resiliência à seca.

Na carta dos dirigentes das Nações Unidas para o Dia Mundial do Meio Ambiente, o secretário-geral da ONU, António Guterres, lembra que “Ao restaurar os ecossistemas, podemos desacelerar a tripla crise planetária: a crise das alterações climáticas, a crise da natureza e da perda de biodiversidade, incluindo a desertificação, e a crise da poluição e dos resíduos”.




Localmente, a data é significativa para refletir sobre a relação entre pescadores artesanais e marisqueiras e a preservação ambiental, enquanto exemplo de como atividades tradicionais podem coexistir harmoniosamente com a natureza.

Estes agentes da cadeia da pesca, ao exercerem as práticas seculares, não apenas garantem a subsistência das comunidades pesqueiras e familiares, mas também desempenham um papel importante na conservação dos ecossistemas aquáticos. A íntima conexão com o mar e os manguezais os torna guardiões naturais desses ambientes, promovendo técnicas sustentáveis através de diferentes petrechos e artes de pesca, que minimizam os impactos negativos ao meio ambiente.




No Espírito Santo, o Projeto de Educação Ambiental Redes de Cidadania Fase 2 (PEA/RdC) tem o objetivo de contribuir com a formação socioambiental e qualificação dos moradores de 18 comunidades de pescadores artesanais do Litoral Centro-Norte do Estado do Espírito Santo para acessarem os direitos e oportunidades geradas pelas ações compensatórias da pesca artesanal e de outros arranjos produtivos atuantes em seus territórios.

Assista abaixo à mensagem da diretora-executiva do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), Inger Andersen, sobre a campanha deste ano.
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