COMITÊ COMUNITÁRIO DA UTGC AVANÇA NOS ENCONTROS PERIÓDICOS

Atualizado em 22/09/2025

Postado em 22/09/2025

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Os participantes do Comitê Comunitário da Unidade de Tratamento de Gás de Cacimbas (UTGC), em Linhares (norte do Estado) participaram de mais uma reunião do colegiado, no mês de agosto, em que puderam usar o espaço para diálogo sobre assuntos de interesse geral das comunidades e moradores que compõem o comitê.

O colegiado tem representantes das comunidades de Degredo, Aviso, Povoação, Lagoa da Viúva e Cacimbas. O comitê da UTGC foi instituído em 2023 e atua no sentido de estreitar o diálogo, buscar resoluções de conflitos, fortalecer a participação popular para melhorias globais, orientar sobre soluções para empregabilidade e geração de renda e servir de interface com outros entes, como o poder público e até outras empresas.

A integração entre o grupo também contou com visita da equipe do Projeto Cabruca – Rede de Mulheres para o Desenvolvimento Sustentável, um dos projetos socioambientais patrocinados pela Petrobras.

Proposto pela Plural Cooperativa, tem o objetivo de formar uma rede colaborativa de mulheres atuantes, com o objetivo de fomentar o empreendedorismo sustentável, visando geração de renda, trabalho digno, exercício da cidadania e protagonismo em suas trajetórias. A proposta contempla a estruturação dos espaços físicos dos Núcleos Comunitários da Rede de Mulheres, além da realização de oficinas e outras ações nos municípios de Linhares e São Mateus.

O projeto envolve a maioria das comunidades representadas no Comitê Comunitário.

Também participaram da reunião representantes do Serviço Social da Indústria (Sesi) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) que explicaram aos comunitários as formas de fazer parcerias com a instituição e beneficiar as comunidades gratuitamente.

​​​​​​​Os Comitês Comunitários são iniciativa já implementada em outras unidades do País, com sucesso. É um espaço múltiplo, que conta com representantes de diversas equipes da Petrobras, além das associações de moradores, pescadores, quilombolas, artesãos, turísticas e de comerciantes das comunidades. Neste processo de diálogo constante, a população passa a entender que a Petrobras é parceira, e não antagonista, por estar instalada naquele território.

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